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Risco de Mercado

Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições ativas e passivas detidas pelas instituições financeiras que compõem o conglomerado financeiro J.P. Morgan. O risco de mercado inclui os riscos das operações sujeitas à variação cambial, taxa de juros, preços das ações e dos preços de mercadorias (commodities).

Estrutura organizacional

Como parte da estrutura de Gerenciamento de Riscos, a Unidade de Gestão de Risco Regulatório (RRM) reporta-se ao Diretor de Riscos de Crédito e Mercado(CRO), como mostra o organograma abaixo. O Diretor de Riscos é atualmente responsável pela governança do risco de mercado perante o Banco Central do Brasil. Além de reportar-se localmente ao CRO, a unidade de gerenciamento de riscos tem uma ligação funcional com mais duas áreas: Risco de Mercado Regulatório situada em Londres e Risco de Mercado para o Banco de Investimentos situada em Nova Iorque.

 

Imagem estrutura organizacional

O estabelecimento de funções separadas entre as áreas de negócio (tomadoras de risco) e a área de Risco de Mercado encarregada da medição, análise, controle e informação de riscos proporciona suficiente independência e autonomia para realizar um adequado controle de risco.

Principais funções da Unidade de Administração de Risco de Mercado:

  • Identificar, medir, controlar e analisar os riscos de mercado, assegurando que os riscos assumidos estejam de acordo com a disposição ao risco de mercado estabelecida pela Diretoria do conglomerado J.P. Morgan.
  • Consolidar as posições de risco de todo do conglomerado J.P. Morgan sujeito aos riscos de mercado.
  • Analisar as propostas de limites de risco de mercado e apresentar sua recomendação à diretoria.
  • Conhecer, analisar, controlar e reportar de forma continuada a situação, evolução e tendências das posições de risco de mercado e dos resultados.
 

Limites operacionais

O estabelecimento de limites de risco de mercado tem por finalidade limitar a operações a mercados e produtos autorizados, onde se tem um conhecimento dos riscos em que o Banco incorre conta com a infra-estrutura necessária para sua gestão, controle e informação, e garantir que a alocação de capital em função do risco não supere, em nenhum caso, os níveis máximos aprovados.

O VaR é a medida da mudança potencial máxima do valor de uma carteira de instrumentos financeiros com uma dada probabilidade e em um horizonte pré-definido. O VaR é uma medida concisa cujo objetivo é de agregar o risco de mercado de todas as classes de ativos.

 
 

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