Grupo de Serviços
Define-se como risco operacional a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Essa definição inclui o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pelo conglomerado, bem como às sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e às indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pelo conglomerado.
Estrutura organizacional
A unidade de administração de risco operacional é parte integrante da Diretoria Administrativa Executiva e seu gerente se reporta à Diretoria de Operações, conforme disposto no organograma abaixo.
A estrutura estabelecida permite identificar, monitorar, mensurar e comunicar riscos operacionais. Os principais componentes da estrutura de gerenciamento de risco operacional incluem a formalização dos eventos incorridos, a auto-avaliação de controles e os indicadores-chave de processo. Esses processos de avaliação e controle do risco operacional estão inseridos na governança local do Grupo JP Morgan, tendo como principais fóruns o Comitê de Controles e o Comitê de Auditoria, que asseguram a comunicação efetiva dos eventos de controle e suas ações corretivas à alta administração do Banco. O processo de controle atende os requerimentos do Banco Central do Brasil.p>
A Diretoria Administrativa Executiva (Chief Operational Officer - COO) é responsável por todas as áreas de suporte do Banco, incluindo a gestão de risco operacional das entidades que compõem o J.P. Morgan. O Gerente de Risco Operacional (ORM) tem a responsabilidade de coordenar a gestão do risco operacional em relação às diversas áreas de negócio e de suporte do J.P. Morgan, englobando todas as linhas de negócio. Adicionalmente o gerente de risco operacional é responsável por identificar demandas de treinamento em relação às políticas de risco operacional.